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Donald Trump vence eleição presidencial nos Estados Unidos

Donald Trump conquistou a presidência dos Estados Unidos, conforme divulgado pela mídia americana nesta quarta-feira (6), superando a democrata Kamala Harris em uma virada política notável.

O ex-presidente, de 78 anos, volta à Casa Branca após uma campanha incomum, extremamente agressiva e incerta até o último instante. Ele se tornará o 47o presidente americano.

O resultado, anunciado pela imprensa, saiu por volta das 7h30, depois que Donald Trump chegou a 277 delegados – para ser eleito, eram necessários 270 votos.

No Grande ABC, o segundo turno registrou uma abstenção recorde de 31,23%.

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), três em cada dez eleitores habilitados a votar nas três cidades do Grande ABC onde ocorreu o segundo turno (São Bernardo, Diadema e Mauá) deixaram de votar. Dos 1,301 milhão de cidadãos desses municípios, 406,6 mil deixaram de votar, o que representa 31,23% do total. No primeiro turno, a média de votos atingiu 25,6%.

A abstenção no segundo turno das eleições deste ano é a mais elevada desde o estágio final das eleições de 2000 (observe o gráfico abaixo), superando até mesmo a do segundo turno decisivo de 2020, ocorrido durante o pico da pandemia de Covid-19. No referido ano, a falta foi de 28,72%.

Em São Bernardo, a quantidade de ausentes (207.712) ultrapassou até mesmo a votação do prefeito eleito, Marcelo Lima (Podemos, 205.831). Os votos nulos e brancos totalizaram 66.051, indicando que 42,57% dos votantes não escolheram nenhum dos dois candidatos no segundo turno na cidade – um indicador comumente referido como ‘não voto’.

Em Mauá, o número de ausentes (97.318) ultrapassou o resultado da votação do segundo colocado, Atila Jacomussi (União Brasil, 86.817). No entanto, ao incluir os votos nulos e brancos (32.187), o número de eleitores que não escolheram nenhum dos dois candidatos atingiu 129.515 (40,7% do total), um número bastante superior aos 102.115 obtidos por Marcelo Oliveira (PT)

Um cenário parecido aconteceu em Diadema. Taka Yamauchi (MDB, 116.003) e José de Filippi Júnior (PT, 104.556) conquistaram mais votos do que as abstenções (101.592) no segundo turno. No entanto, ao incluir os votos nulos e brancos (18.222), o ‘não voto’ atingiu 119.814, representando 35,2%.

Nunes lidera com 52,3%, enquanto Boulos tem 39,2%, segundo o Paraná Pesquisas.

Uma pesquisa do Paraná Pesquisas, divulgada nesta quarta-feira, 16, indica Ricardo Nunes (MDB) como o prefeito mais votado no segundo turno das eleições em São Paulo, com 52,3% das intenções de voto, contra 39,2% de Guilherme Boulos (PSOL). A investigação foi conduzida de 12 a 15 de outubro, precisamente durante o período em que a cidade de São Paulo enfrentou a falta de luz após uma intensa chuva na noite de sexta-feira, 11.

Os dois postulantes permaneceram constantes e oscilaram dentro da margem de erro de 2,6 pontos percentuais. Nunes aparecia com 52,8% na pesquisa divulgada na quinta-feira, 10, enquanto Boulos aparecia com 39%.

Em São Paulo, o Paraná Pesquisas entrevistou 1.500 indivíduos com 16 anos ou mais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com um nível de confiança de 95%, sob o número de protocolo SP-06311/2024.

No contexto espontâneo, Ricardo Nunes foi mencionado por 36% dos participantes (contra 35,3% na rodada anterior) e Boulos por 30,1% (contra 29%). Os indecisos somam 27,2% (25,3%), enquanto os brancos e nulos somam 6,2% (7,8%). Outros nomes citados contribuem com 0,5%, um percentual que antes era de 2,7%.

Filippi e Marcelo Oliveira estão à espera de Lula para o segundo turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá a possibilidade de fazer campanha para aliados em São Paulo, Mauá, Diadema e Natal nos dias que se seguem, segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. No entanto, as campanhas dos prefeitos José de Filippi Júnior e Marcelo Oliveira, candidatos do PT à reeleição em Diadema e Mauá, ainda estão à espera de uma confirmação oficial do Palácio do Planalto sobre a presença do presidente da República.

Após um encontro com Lula e outros ministros, Padilha declarou à imprensa que o presidente estará em São Paulo na sexta-feira e no sábado, estando disposto a comparecer a compromissos eleitorais após o horário de trabalho. O ministro referiu-se à própria cidade de São Paulo e às cidades de Diadema e Mauá.

Marcelo Oliveira triunfou no primeiro turno em Mauá, obtendo 45,1% dos votos. Seu rival, o deputado estadual Atila Jacomussi (União Brasil), obteve 35,6%. Em São Paulo. Filippi obteve 45,1% dos votos, ficando atrás apenas do engenheiro Taka Yamauchi (MDB), que conquistou 47,4% – uma diferença de pouco mais de 5 mil votos.

Após a derrota no primeiro turno em São Bernardo, o berço político do PT, com o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira terminando a campanha em terceiro lugar, obtendo 23,1% dos votos, a presença de Lula é vista como um reforço estratégico nas cidades onde o PT ainda possui chances de vitória.

O primeiro levantamento do Instituto Paraná Pesquisas contratado pelo Diário sobre segundo turno das eleições em Diadema, divulgado nesta segunda-feira (14), mostra empate técnico entre Taka e Filippi. O emedebista soma 45,6% das intenções de voto e o petista, 43,4%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob código alfanumérico SP-00949/2024.

Nunes lidera com 53% e Boulos com 39% no segundo turno, de acordo com pesquisa.

A primeira análise Big Data Real Time do segundo turno das eleições em São Paulo indica que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) detém 53% das intenções de voto. Guilherme Boulos, deputado do PSOL, lidera com 39%, uma diferença de 14 pontos percentuais entre os dois concorrentes. Na pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 14, outros 3% afirmam que vão votar em branco ou nulo, enquanto 5% não sabem ou não responderam.

O estudo realizou uma pesquisa de campo nos dias 11 e 12 de outubro, realizando 1.500 entrevistas. A margem de erro é de três pontos percentuais, com uma confiança de 95%. O registro da pesquisa na Justiça Eleitoral foi feito sob o número SP-00357/2024.

Ao considerar os votos válidos, que excluem os brancos e nulos, Nunes detém 58%, enquanto Boulos detém 42% – uma diferença de 16 pontos percentuais entre os candidatos à prefeitura. Os votos considerados válidos são aqueles utilizados pela Justiça Eleitoral para estabelecer o candidato vencedor.

Conforme o estudo, a maioria (69%) dos votos atribuídos a Pablo Marçal (PRTB) no primeiro turno são transferidos para Nunes. Por outro lado, Boulos herda 6% do voto de Marçal. Adicionalmente, 25% dos eleitores que escolheram o candidato do PRTB estão indecisos ou declaram voto em branco ou nulo, somando um total de 7,04%.

Nos votantes de Tabata Amaral (PSB), a situação se modifica. Boulos obtém 62% dos votos da parlamentar. Nunes recebe 27% das preferências de Tabata. Outros 11% dos votantes da candidata estão em dúvida ou escolhem votar em branco ou nulo. Tabata manifestou seu suporte a Boulos.

Mesmo com Datena (PSDB) declarando apoio a Guilherme Boulos, o postulante do PSOL recebe 33% dos votos do âncora de TV. Nunes possui 58% de eleitores que migraram para o jornalista. Outros 9% dos eleitores que escolheram o candidato do PSDB estão em dúvida ou optam pelo voto em branco ou nulo.

Taka supera Filippi, mas no segundo turno ocorre um empate técnico.

O primeiro estudo encomendado pelo Diário pelo Instituto Paraná Pesquisas para o segundo turno das eleições em Diadema indica um empate técnico entre o engenheiro Taka Yamauchi (MDB) e o prefeito e postulante à reeleição, José de Filippi Júnior (PT), com uma pequena vantagem numérica para o ex-presidente da SPObras, a duas semanas do segundo turno das eleições municipais.

De acordo com a pesquisa, realizada entre a quinta-feira e ontem, o emedebista detém 45,6% das intenções de voto, em comparação com 43,4% do petista no cenário estimulado, onde o entrevistador revela os nomes dos candidatos ao entrevistado. Outros 6,5% optaram por não votar, votar em branco ou nulo, e 4,5% não souberam ou não responderam.

Embora a oposição possua uma vantagem de 2,2 pontos percentuais, Taka e Filippi estão empatados tecnicamente, considerando que a margem de erro da pesquisa é de 3,8 pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos. Portanto, levando em conta essa informação, o petista pode alcançar 47,2%, enquanto o ex-presidente da SPObras poderia despencar para 41,8%.

Ao considerar as intenções de voto válidas, que exclui brancos, nulos e eleitores que não se manifestaram, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulga o resultado das eleições. Taka possui 51,2%, enquanto José de Filippi possui 48,8%.

O mais recente estudo do Instituto Paraná Pesquisas confirma o embate acirrado entre o emedebista e o petista que se manifesta desde o começo da campanha eleitoral e que se expressou no resultado do primeiro turno, onde Taka obteve 106.141 votos (47,4%) e Filippi, 100.983 (45,1%) votos.

No contexto espontâneo, onde o votante indica o candidato que deseja votar sem que o agente lhe apresente nomes, Taka detém 39,2% das intenções de voto, em comparação com 36,8% de Filippi e 0,6% de outros nomes mencionados. 6,5% dos eleitores declararam não votar em nenhum candidato. 17% não souberam ou não quiseram responder – um indicador que indica um elevado percentual de eleitores que ainda não demonstraram interesse no segundo turno eleitoral.

Segundo um estudo, 84% dos eleitores de Marçal apoiam Nunes.

Uma pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira, 10, indica que Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, deve herdar 84% dos eleitores que declararam ter votado em Pablo Marçal (PRTB) no primeiro turno. Em contrapartida, seu adversário, o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), detém apenas 4%.

De acordo com o estudo, Nunes lidera o segundo turno com 55% das intenções de voto, enquanto Boulos detém 33% das menções no cenário estimulado, onde os nomes de ambos são apresentados aos entrevistados.

No que diz respeito à transferência de votos, a deputada federal Tabata Amaral (PSB), que terminou o primeiro turno na quarta posição, recebeu 50% para o candidato do PSOL e 33% para o prefeito em exercício de São Paulo.

Conforme a pesquisa, Boulos possui 58% de desaprovação e Nunes, 37%; 10% dos votantes declararam que votariam em branco ou nulo; 2% não têm certeza em quem votar.

Esta foi a primeira pesquisa realizada pelo instituto para o segundo turno. Na previsão anterior ao primeiro turno, o cenário entre o senador do MDB e o deputado federal indicava a vitória de Nunes, que obteve 52% dos votos, contra 37% de Boulos.

O Datafolha entrevistou no novo levantamento 1.204 eleitores entre o dia 8 e ontem. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível e confiança, de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é o SP-04306/2024.

Marcelo abre vantagem sobre Alex, mas no segundo turno ocorre um empate técnico.

No primeiro levantamento de intenções de voto após o primeiro turno das eleições em São Bernardo, conduzido pelo Instituto Paraná Pesquisas a pedido do Diário, o ex-vice-prefeito Marcelo Lima (Podemos) se destaca, dentro da margem de erro, na disputa contra o deputado federal Alex Manente (Cidadania).

De acordo com a pesquisa, realizada entre a segunda-feira e ontem, Marcelo Lima detém 46,1% das intenções de voto em um cenário estimulado, isto é, quando o entrevistador revela os nomes dos candidatos ao eleitor. Alex obteve 41,1% dos votos, com 8,6% indicando voto branco ou nulo e 4,2% sem resposta.

Embora Marcelo Lima tenha uma vantagem numérica, Alex Manente e Marcelo Lima estão empatados tecnicamente, uma vez que a margem de erro da pesquisa é de 3,8 pontos percentuais para mais ou para menos. Isso implica que, na melhor das hipóteses, o cidadanista alcançaria 44,9%, enquanto na pior, declinaria para 42,3%.

Levando em conta apenas os votos válidos, que excluem as indicações de voto em branco e nulo, além dos eleitores indecisos, o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para a contabilização dos resultados de uma eleição, o resultado apontaria uma vantagem de 52,9% para o ex-vice-prefeito.

Na situação espontânea (quando o entrevistado indica seu candidato sem que o entrevistador indique nomes), Marcelo Lima detém 32,5% das intenções de voto, enquanto Alex detém 29%. Outros nomes mencionados representam 0,4% do total. Brancos, nulos ou votantes que não escolheram nenhum candidato representaram 8,2%. Apenas 29,9% não souberam ou não quiseram responder.

Esta simulação é comumente usada pelos institutos para avaliar a convicção do eleitor e também para avaliar o interesse do público em relação à eleição.

No primeiro turno, ocorrido no último domingo, Marcelo Lima obteve 119.593 votos, correspondendo a 28,6% do total apto. Alex conquistou 110.791, o que representa 26,5%. Luiz Fernando (PT) obteve 96.426 votos, o que representa 23,1%, enquanto Flávia Morando (União Brasil) obteve 89.276, o que representa 21,4%.

Marcelo Oliveira recebe apoio de Lourencini na disputa pelo segundo turno

Marcelo Oliveira (PT), prefeito e postulante à reeleição, conta com o respaldo do empresário e quarto classificado na disputa eleitoral para a prefeitura de Mauá, Zé Lourencini (PSDB). O objetivo do tucano é persuadir seus 14.033 eleitores a votar no atual líder do Executivo.

Historicamente, a rivalidade entre o PT e o PSDB tem polarizado disputas pelo poder, particularmente na Presidência da República. No Grande ABC, sempre se posicionaram em lados opostos e trocam as administrações municipais a cada eleição municipal.

A improvável união entre uma frente progressista e Atila Jacomussi (União Brasil), deputado estadual e ex-prefeito – que foi detido duas vezes durante as investigações da Operação Trato Feito -, busca retomar o controle do Paço.

Marcelo Oliveira venceu o primeiro turno superando seu rival Atila Jacomussi. Embora o candidato à reeleição tenha recebido 93.374 votos, o unionista obteve o apoio de 73.588 votantes.

No domingo, 27 de outubro, ocorre a segunda etapa de votação.

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mesmo com o nome de Atila Jacomussi aparecendo nas urnas e recebendo votos, sua candidatura continua indeferida, mas dentro do período de recurso.

A Lei da Ficha Limpa foi aplicada ao deputado estadual. A Câmara rejeitou as contas dos quatro anos de gestão de Atila como prefeito, de 2017 a 2020. Os vereadores tomaram a decisão com base em recomendações do TCE-SP (Tribunal de Contas de São Paulo).

Ao ser questionado sobre a possibilidade de unir partidos historicamente em lados opostos, Rômulo Fernandes, deputado estadual e líder do PT em Mauá, respondeu de maneira direta. Unindo forças contra o que não desejamos para a cidade. “De um passado obscuro com a Polícia Federal por toda parte”, afirmou.

A reunião estava programada para as 11h30 de hoje, contudo, foi transferida para as 13h.

Tabata afirma que irá apoiar Boulos em 2 turno

Tabata Amaral, deputada federal pelo PSB, anunciou seu voto no candidato Guilherme Boulos (PSOL) para o segundo turno das eleições municipais. Foi realizado ontem à noite um pronunciamento oficial no comitê do Alto da Lapa, após a confirmação de uma nova eleição entre Ricardo Nunes (MDB) e o deputado do PSOL, que protagonizaram uma disputa acirrada ao lado de Pablo Marçal (PRTB).

Tabata afirmou que planeja se manifestar nos dias seguintes sobre o suporte partidário do PSB. Este é um voto motivado pela convicção. Não se trata de um voto comprado. Não pretendo subir a nenhum palanque. Não irei alterar quem sou e em que acredito. Vocês não me verão fazendo parte de nenhum governo. “Independentemente do governo que foi eleito”, afirmou.

A candidata obteve uma votação significativa no primeiro turno. Embora tenha ficado em quarto lugar, ela obteve 9,91% dos votos válidos na maior cidade da América Latina, com 99,97% das votações concluídas. Assim, sai da competição com mais tempo de televisão do que entrou, mesmo com o curto tempo de televisão.

Desde que se candidatou, a deputada se negou a considerar cenários de segundo turno sem a sua presença e chegou a afirmar que não daria suporte a nenhum outro participante do pleito. A candidata também declarou que o esforço conjunto dela e de sua equipe resultou na eliminação de Marçal do segundo turno.

“Eu disse para vocês que isso iria acontecer. E eu espero que o Marçal veja essa fala. Porque foi uma mulher da periferia, honesta, corajosa, tudo o que ele tem medo, que foi a primeira a denunciar”, disse.