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Governo Trump anuncia ter revogado visto da embaixadora do Brasil nos EUA

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (4) que revogaram o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Segundo o Departamento de Estado, a medida é uma resposta à demora das autoridades brasileiras em conceder o aval diplomático para que Daniel Perez assuma a embaixada dos EUA no Brasil.

A medida foi anunciada 10 dias após o Itamaraty negar vistos a dois diplomatas do Departamento de Estado. Eles foram apontados pelo jornal The Washington Post como integrantes de uma estratégia para questionar o sistema eleitoral brasileiro, o que os EUA negam. O governo brasileiro já esperava retaliações.

Trump pede que Irã aja rapidamente sobre plano de cessar-fogo

AGÊNCIA  BRASIL

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, alertou o Irã nesta quinta-feira (26) para “levar a sério” um acordo para pôr fim a quase quatro semanas de combates, depois que o ministro iraniano das Relações Exteriores disse que Teerã estava analisando a proposta dos EUA, mas que não havia conversas sobre o fim da guerra.

Os comentários de Trump foram feitos no momento em que o custo econômico e humanitário do conflito aumenta, com a escassez de combustível se espalhando por todo o mundo, fazendo com que empresas e países se esforcem para conter as consequências.

“Conversas indiretas” entre os EUA e o Irã estão ocorrendo por meio de mensagens transmitidas pelo Paquistão, com outros países, incluindo a Turquia e o Egito, também apoiando os esforços de mediação, disse o ministro das Relações Exteriores do Paquistão.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, afirmou que isso não equivale a uma negociação. “Mensagens sendo transmitidas por meio de nossos países amigos e nós respondendo, declarando nossas posições ou emitindo os avisos necessários, não é o que chamamos de negociação ou diálogo”, disse Araqchi em entrevista à televisão estatal.

“No momento, nossa política é continuar a resistência e defender o país, e não temos intenção de negociar”, acrescentou.

Trump disse, em postagem no Truth Social nesta quinta-feira, que o Irã foi “militarmente obliterado, com zero chance de retorno”, e estava “implorando” por um acordo.

Chamando os negociadores iranianos de “muito diferentes e ‘estranhos'”, ele acrescentou: “É melhor eles levarem a sério logo, antes que seja tarde demais, porque quando isso acontecer, não há volta e não será nada bonito.”

Posições maximalistas

Embora os comentários de Araqchi tenham sugerido certa disposição de Teerã em negociar o fim da guerra se as exigências iranianas forem atendidas, essas conversas provavelmente seriam muito difíceis, dadas as posições maximalistas apresentadas por ambos os lados.

Uma proposta de 15 pontos dos EUA para encerrar o conflito, enviada ao Irã por meio do Paquistão, inclui exigências que vão desde o desmantelamento do programa nuclear do Irã e a contenção de seus mísseis até a entrega efetiva do controle do Estreito de Ormuz, de acordo com fontes e reportagens.

Mas o Irã endureceu sua posição desde o início da guerra, exigindo garantias contra futuras ações militares, compensação por perdas e controle formal do Estreito, segundo fontes iranianas. O Irã também disse a intermediários que o Líbano deve ser incluído em qualquer acordo de cessar-fogo, disseram fontes regionais.

Trump não identificou com quem os EUA estão negociando no Irã, com muitas autoridades de alto escalão entre as milhares de pessoas mortas em todo o Oriente Médio desde que EUA e Israel atacaram o país em 28 de fevereiro. Desde então, o Irã lançou ataques contra Israel, bases dos EUA e Estados do Golfo.

Ondas de mísseis

O Irã lançou hoje várias ondas de mísseis contra Israel, disparando sirenes de ataque aéreo em Tel Aviv e outras áreas e ferindo pelo menos cinco pessoas.

No Irã, os ataques atingiram uma zona residencial na cidade de Bandar Abbas, ao sul, e um vilarejo nos arredores da cidade de Shiraz, também ao sul, onde dois irmãos adolescentes foram mortos, informou a agência de notícias iraniana Tasnim. O prédio de uma universidade em Isfahan teria sido atingido.

Autoridades israelenses afirmaram que Israel matou o comandante naval da Guarda Revolucionária do Irã e que ainda tinha muitos outros alvos em vista, enquanto enfraquecia as capacidades iranianas.

Ainda assim, Israel retirou Araqchi e o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, de sua lista de alvos após o Paquistão instar Washington a pressionar Israel para que não atacasse pessoas que pudessem ser parceiras de negociação, segundo uma fonte paquistanesa com conhecimento da discussão, em declaração à Reuters.

Um alto oficial da defesa israelense disse que Israel estava cético quanto à possibilidade de o Irã aceitar os termos propostos pelos EUA e temia que os negociadores norte-americanos pudessem fazer concessões.

Israel e EUA atacaram quase 400 unidades de saúde no Líbano e Irã

Não há dados de centros de saúde atacados em Israel ou outros países

O número de ataques de Israel ou dos Estados Unidos (EUA) contra centros e profissionais de saúde segue crescendo ao longo da nova fase do conflito no Oriente Médio. No Líbano, 70 unidades de saúde foram alvo de bombardeios. No Irã, cerca de 300 equipamentos do setor foram danificados.

Ataques contra unidades de saúde representam uma violação do direito humanitário internacional. Não foram registrados, até o momento, ataques a centros médicos em Israel ou outros países do Golfo Pérsico alvos de ataques iranianos.

No Líbano, o Ministério da Saúde informou, nesta terça-feira (24), que 70 unidades de saúde foram atingidas por bombardeios desde o dia 2 de março. Há duas semanas, o número de centro médicos atacados eram de 18.

Dois paramédicos foram assassinados hoje na cidade libanesa de Nabatieh, após um ataque de Israel contra um comboio de motocicletas, segundo relatou a Agência Nacional de Notícias do Líbano, veículo estatal de notícias.

Ao todo, os ataques a unidades de saúde no Líbano mataram 42 profissionais e feriram outros 119. Os bombardeios obrigaram o fechamento de cinco hospitais no país, causando danos parciais a outras nove unidades. Ao menos 54 unidades básicas de saúde foram fechadas, segundo as informações do governo local.

Contrariando a família Bolsonaro, Trump diz que se reunirá com Lula

Durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU nesta terça-feira (23/09), o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que se reunirá com o presidente Lula.

“Eu estava entrando, ele estava saindo e nos demos um abraço. Mas na verdade concordamos de nos reunirmos na próxima semana. Ele me parece um homem muito bom, ele gostou de mim, eu gostei dele”, disse Trump.

As palavras de Trump contrariam a família Bolsonaro que afirma que o presidente americano não negociaria com Brasil sem a presença de Eduardo Bolsonaro.

Donald Trump ameaça impor tarifas de até 100% sobre a Rússia.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, declarou na Casa Branca que “as tarifas secundárias sobre a Rússia podem atingir 100%” se não houver um acordo de cessar-fogo no conflito da Ucrânia nos próximos 50 dias.

Durante uma reunião com Mark Rutte, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Trump reiterou a intenção de impor “tarifas severas sobre a Rússia” e destacou o compromisso dos EUA em fornecer apoio militar à Ucrânia e à aliança atlântica.

Trump declarou estar “muito insatisfeito com a Rússia” e ressaltou que “já desembolsamos US$ 315 bilhões nessa guerra na Ucrânia, que é de Joe Biden, não minha”. O presidente também manifestou descontentamento em relação ao presidente russo, Vladimir Putin. “Estou desapontado com Putin, pois esperava um acordo sobre a Ucrânia há dois meses”, disse ele, ressaltando que questões comerciais são “excelentes para resolver guerras”.

Fumaça branca anuncia que novo papa foi escolhido.

Hoje, o Vaticano elegeu um novo papa. A fumaça branca subiu nas chaminés da Capela Sistina às 13h08 (horário de Brasília), sinalizando ao mundo que a Igreja Católica Apostólica Romana já tem um novo líder, após quatro eleições.

Ainda não se sabe a identidade e a nacionalidade do 267o papa. Nas horas vindouras, o cardeal protodiácono, Dominique Mamberti, aparecerá na sacada da Basílica de São Pedro e proclamará o “Habemus Papam!” em detalhes. (em latim, “temos um papa”).

Depois de ser anunciado, o novo papa fará sua primeira aparição como chefe da Igreja Católica. Em seguida, ele concederá a bênção “urbi et orbi” (para a cidade e o mundo) aos fiéis.

A escolha do sucessor ocorreu 17 dias após o falecimento do papa Francisco. Em 21 de abril, o 266o papa da Igreja Católica faleceu devido a um AVC e insuficiência cardíaca, aos 88 anos.

Votaram 133 cardeais para escolher seu sucessor. Dois religiosos, com menos de 80 anos, que poderiam votar, não puderam por razões de saúde.

Depois da primeira votação do conclave, a fumaça preta na Capela Sistina sinaliza que ainda não haverá novo papa.

A chaminé posicionada no alto da Capela Sistina no Vaticano emitiu fumaça negra, indicando que o papa eleito ainda não foi selecionado. Esta foi a primeira decisão tomada pelo conclave para escolher o sucessor de Francisco, que faleceu em 22 de abril. Assim, os 133 cardeais continuarão de forma autônoma para eleger o novo líder da Igreja Católica. Precisamos de 89 votos.

O conclave se reunirá novamente na quinta-feira (8). Os escrutínios devem começar nos seguintes horários: 5h30 (horário de Brasília), apenas se a fumaça for branca, indicando a escolha do novo papa; 7h, caso contrário; 12h30 (horário de Brasília), se a fumaça for branca; e 14h, caso contrário. Haverá um dia de pausa e reflexão a cada três dias de votação, se ninguém alcançar os dois terços.

As decisões são tomadas na capela. No entanto, se houver eleitores doentes em seus aposentos, os três infirmarii (cardeais encarregados do escrutínio) se dirigirão à Casa Santa Marta com uma quantidade adequada de cédulas em uma bandeja e uma caixa vazia, que será posteriormente lacrada e conduzida à assembleia.

Nesta quarta-feira (07) reunião no Vaticano definirá quem será o sucessor do Papa Francisco.

A reunião do conclave, que definirá o sucessor do Papa Francisco, começa nesta quarta-feira (7). No Vaticano, 133 cardeais votantes de todo o mundo se reúnem a partir das 16h30 (11h30 no Brasil). Os sete cardeais brasileiros, que representam o maior conjunto de nações latino-americanas com direito a voto, além de um oitavo que não vota por ter mais de 80 anos, podem ser eleitos. Embora nenhum brasileiro tenha sido selecionado entre os 266 papas ao longo de 2.000 anos de história da Igreja Católica, existe um desejo de que, pela primeira vez, haja um.

O conclave não se encerra até que um dos cardeais alcance uma maioria de dois terços dos votos e seja escolhido como papa. Assim, os votos podem continuar por semanas, meses ou até mesmo anos. O mais extenso conclave da história teve duração de três anos, de 1.268 a 1.271. No entanto, espera-se que seja breve, tal como a eleição que estabeleceu os dois últimos papas – Bento XVI e Francisco. Os dois tiveram uma duração de apenas dois dias.

Papa Francisco tornou o próprio funeral mais simples antes de morrer

O velório de um papa sempre se transforma em um acontecimento, especialmente pelo período prolongado (nove dias). No entanto, o papa Francisco, que faleceu nesta segunda-feira, 21, tentou simplificar esses rituais no ano passado. E ele será sepultado em uma simples urna de madeira, fora do Vaticano, pela primeira vez em mais de cem anos.

Francisco abdicou de uma tradição secular que estabelecia que o líder da Igreja era sepultado em três caixão interligados, feitos de cipreste, chumbo e carvalho.

Ao invés disso, Francisco será sepultado em uma única urna de madeira coberta de zinco.

Também foi abolida a utilização de uma plataforma elevada na Basílica de São Pedro para o “velório”, como era habitual com os papas anteriores. Será solicitado aos fiéis que prestem suas homenagens enquanto o corpo de Francisco permanece no caixão, com a tampa aberta.

De acordo com as informações mais recentes do Vaticano, ele escolheu ser enterrado na Igreja de Santa Maria Maior em Roma, ao invés da Basílica de São Pedro, lar de mais de 90 papas.

A opção recaiu sobre a igreja que Francisco costumava ir para rezar em Roma (diocese da qual era oficialmente bispo). Leão XIII, em 1903, já havia escolhido o sepultamento na igreja de São João de Latrão.

Papa Francisco morre aos 88 anos

O Vaticano confirmou que o papa Francisco faleceu nesta segunda-feira, 21, aos 88 anos. Jorge Mario Bergoglio, nascido em Buenos Aires em 17 de dezembro de 1936, foi vítima de uma doença pulmonar crônica que o levou à morte.

A morte do pontífice ocorre um dia depois do Domingo de Páscoa, quando ele fez uma aparição breve para abençoar os milhares de presentes na Praça São Pedro, no Vaticano, gerando vivas e aplausos do público.

O papa prosseguia com sua recuperação de uma séria crise de pneumonia bilateral.

Ele optou por não presidir a missa de Páscoa na praça, confiando a tarefa ao cardeal Angelo Comastri, o arcipreste aposentado da Basílica de São Paulo.