Três das sete cidades do Grande ABC destinam mensalmente cerca de R$ 33,7 milhões para a coleta, tratamento e disposição final de resíduos sólidos. Todo o lixo descartado em Santo André, São Bernardo e Diadema, com exceção dos materiais recicláveis que são devidamente separados e acondicionados, é encaminhado para aterros sanitários localizados na própria região. As prefeituras estimam que a coleta mensal de lixo totaliza 41,8 toneladas. Os outros municípios não divulgaram o valor que gastam com o serviço.
São Bernardo, com uma área de 409,5 quilômetros quadrados, é o município de maior extensão entre os sete que formam o Grande ABC. Com uma população de 841.154 habitantes, a cidade também ocupa a primeira posição em termos de população. Hoje em dia, São Bernardo recolhe aproximadamente 23,5 toneladas de lixo mensalmente, com um custo médio de R$ 13,2 milhões a cada 30 dias.
De acordo com a Prefeitura, o valor abrange serviços como a coleta de lixo domiciliar, de feiras livres e varrição de ruas, incluindo o atendimento a comunidades e regiões de difícil acesso, além do tratamento e destinação final dos resíduos comuns. A coleta é realizada diariamente ou em dias alternados, até três vezes por semana, dependendo da região.
Em Santo André, a segunda maior cidade do Grande ABC em termos de área, com 174,8 km², e população, com 782.048 habitantes, a coleta de lixo úmido, que não é reciclável e é produzido por residências e comércios, totaliza aproximadamente 700 toneladas diariamente.
















