Eduardo Minas (Progressista), primeiro vice-presidente da Câmara de Diadema e principal articulador da formação da mesa diretora para a próxima legislatura, declarou ao Diário que o prefeito eleito, Taka Yamauchi (MDB), tem se mostrado “bastante republicano” e enxerga o Legislativo como um espaço de equilíbrio entre os poderes.
“Taka evidencia nas conversas internas que a Câmara não será um anexo do gabinete do prefeito.” Portanto, ele respeita a soberania dos debates nesta Casa Legislativa. “O novo prefeito possui uma perspectiva muito respeitosa em relação aos Poderes”, destacou.
A oposição ao prefeito eleito inicialmente terá 15 assentos no próximo ano. O PT elegerá cinco vereadores; PV, PSD e PSB terão duas cadeiras cada, enquanto a União Brasil ocupará três cadeiras. Por outro lado, o Republicanos, que possui uma representação, declarou apoio ao prefeito José de Filippi (PT) no segundo turno das eleições. O MDB contará com o apoio de Podemos e Solidariedade, cada um com uma cadeira, além de Progressistas e MDB, cada um com dois vereadores.















