Sem candidaturas do Paço e Câmara, Ribeirão ficará a mercê de forasteiros

0

Por Samuel Boss

Será um ano eleitoral atípico para Ribeirão Pires, nem a Câmara Municipal, nem a prefeitura lançará um nome para deputado federal ou estadual, e assim, ficará a mercê dos forasteiros.

As candidaturas de Amaury Dias (PV) e Amigão D’Orto (PTC) ‘subiram no telhado’ e a cidade não terá nenhum representante em 2018.

Amaury em entrevista ao RD em fevereiro anunciou que não seria candidato, já Amigão D’Orto se articulou no inicio do ano, porém, o projeto perdeu força e dificilmente o vereador pleiteará uma vaga no parlamento estadual.

Diante da escassez de nomes, a cidade ficará a mercê de candidatos forasteiros. O prefeito Kiko Teixeira (PSB) apoiará a reeleição de Caio França (PSB), (filho do vice-governador, Márcio França) na Alesp, e a reeleição do deputado federal, Walter Ihoshi (PSD).

Já entre vereadores há uma pluralidade de nomes de fora da cidade como: o presidente da Câmara de Mauá, Admir Jacomussi (PRP); o filho do prefeito de São Caetano do Sul, Thiago Auricchio ; o deputado estadual, André do Prado (PR), Orosco Junior; deputado federal, Alex Manente (PPS) entre outros.

Sem posicionamento político nas eleições deste ano, a cidade ficará fora dos debates regionais e não terá protagonismo algum no pleito, será apenas uma terra sem dono, quem conseguir  um bom cabo eleitoral poderá capitanear bons votos na estância.

Isso demonstra a fragilidade política em que Ribeirão Pires vive, como também, comprova falta de novas lideranças que possam nortear o futuro da cidade.