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Ribeirão Pires receberá evento de Jet Ski

As disputas serão realizadas no Tahiti Náutica Club, em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo.

A segunda etapa do JET SPORTS CONTEST, que seria realizada neste sábado e domingo (29 e 30) foi transferida para os dias 19 e 20 de agosto, na Represa Billings, no Tahiti Náutica Club, em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. O evento deverá reunir competidores dos Estados de Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal e convidados internacionais.

De acordo com Luiz Marcelo Teixeira (Pardal), presidente da Associação Brasileira de Jet Ski – BJSA, a alteração foi motivada pelo fato que em razão de julho ser um mês de férias, vários pilotos viajaram. Com isso, não tiveram condições de treinar, fazer os acertos dos equipamentos e, solicitaram a alteração.  “Dessa forma, os pilotos terão cerca de 25 dias para treinar, fazer os acertos necessários e chegar para essa segunda etapa muito bem preparados”, acrescentou o dirigente.

Pardal lembrou ainda que a partir dessa segunda etapa do JET SPORTS CONTEST haverá baterias exclusivas entre os Jets Spark. É um modelo de grande popularidade, porém, com poucos adeptos e o objetivo será incrementar a categoria. As demais categorias são as seguintes: Ski Aspirado GP, Supercourse Aspirado até 1100 cc, Supercourse Aspirado acima de 1100 cc, Supercourse Turbo GP, Arrancada Aspirado acima de 1100 cc, Arrancada Turbo. Endurance Aspirado até 1100cc, Endurance Aspirado acima de 1100 cc e Endurance Turbo GP.

JET SPORTS CONTEST tem ainda programadas mais duas etapas: nos dias 21 e 22 de outubro e 18 e 19 de novembro, em locais a serem definidos.

JET SPORTS CONTEST é uma realização da BJSA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JET SKI, com produção da CPM7 FULL PROMOTION, apoio da PREFEITURA DE RIBEIRÃO PIRES, DA SECRETARIA DE TURISMO E DESENOVLVIMENTO ECONÔMICO, NATURAL RACING, RADICAL JET WORLD, JETCO, CASARINI, GLOBOJET, ARIELTEK E REVISTA BOAT SHOPPING, além do apoio esportivo do TAHITI NÁUTICA CLUB.

Atleta de São Caetano do Sul conquista bicampeonato de Tiro ao Alvo na Olimpíada da GCM

A 9ª Olimpíada das Guardas Civis Municipais do Estado de São Paulo teve mais uma etapa no último sábado (15/07) e o destaque ficou por conta da atleta de São Caetano do Sul Monica Faggi, que conquistou o bicampeonato no tiro ao alvo, na modalidade calibre 38.

 

A competição foi no Clube de Tiro Azulão, localizado na Avenida Senador Roberto Simonsen, 55. Participaram 18 mulheres e 50 homens, vindos das Corporações de Sumaré, São Bernardo do Campo, Piracicaba, Sorocaba, São José dos Campos, São Paulo, Itapevi, Paulínia, Ribeirão Pires e São Caetano do Sul.

 

Monica Faggi conquistou o bicampeonato na modalidade calibre 38, com A GCMf de São Bernardo do Campo, Carolina Kern, ficando com a medalha de prata. O bronze foi para a GCMf Roberta das Graças, de São Paulo. Já no masculino, Lucio de Souza, GCM de São Bernardo do Campo conquistou o ouro. A prata e bronze foram conquistadas por Milton Luiz e Felipe Daniel, GCMs de Paulínia.

 

PENÚLTIMO FINAL DE SEMANA

Este sábado (22/07) será o penúltimo final de semana da Olimpíada, com as provas de Levantamento de Peso, Supino, Cabo de Guerra e Queda de Braço, tanto no masculino quanto no feminino. A competição acontecerá na sede da GCM, que fica na Avenida Fernando Simonsen, 160, no Bairro Cerâmica. A entrada é franca.

 

Na classificação geral, a GCM de São Caetano Sul ocupa o terceiro lugar, com 291 pontos. Em primeiro lugar está a GCM de São Paulo com 638 pontos, e São Bernardo do Campo vem em segundo, com 320 pontos.

Mauaense ganha livro e Documentário em evento na sede do clube

Com a casa cheia, o Grêmio Esportivo Mauaense foi palco na última segunda (10), do Lançamento do Livro e DVD da sua história no futebol.  O evento de lançamento do livro “Almanaque Histórico do Grêmio Mauaense” e do vídeo-documentário “A História do Grêmio Mauaense-A Locomotiva do ABC” ocorreu na sede social do Clube em comemoração aos 36 anos de existência. Os documentos foram produzidos por Daniel Alcarria e Samuel Boss, ambos jornalistas.

O evento pode ser considerado como um verdadeiro “encontro de gerações”, reunindo antigos dirigentes, fundadores, atletas e torcedores em companhia de jogadores, cartolas e aficionados de campanhas mais recentes da história da locomotiva. A festiva noite de “revival” em azul e branco na sede do Grêmio Mauaense teve entre seus presentes os ex-prefeitos de Mauá Leonel Damo e Clóvis Volpi (Ribeirão Pires), Pedro do Carmo Alves, Luiz Perlatti, Marrom e Adervano Benetti (primeira comissão técnica), Valtinho, Jobel, Donizete Pelé, Adelmo e outros ex-atletas.
Serviço:

Para comprar o DVD e o Livro basta acessar o Facebook da Boss Filmes ou através da Loja Zuza Esportes

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SEGUNDA DIVISÃO Times da região estreiam na 2º fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão

SEGUNDA DIVISÃO

Times da região estréiam na 2º fase do Campeonato Paulista da Segunda Divisão

Por Daniel Alcarria

Após boas campanhas na 1º fase da Segunda Divisão, quando Grêmio Mauaense e EC São Bernardo obtiveram classificação (apenas o CA Diadema ficou fora), as equipes da região do ABC já entram em campo pela 2º fase: enquanto o Grêmio Mauaense recebe o América de São José do Rio Preto em Mauá no sábado (15), o EC São Bernardo viaja até Franca para enfrentar a Francana na terça-feira (18).

A 2º fase do paulistão da Segunda Divisão tem a participação de 16 equipes, divididas em quatro grupos com quatro clubes cada um. Os times disputarão um quadrangular onde classificam-se os dois primeiros de cada grupo para a fase seguinte. O acesso para a Série A3 de 2018 será concedido ao campeão e ao vice da Segunda Divisão de 2017. O Grêmio Mauaense está no grupo 5 ao lado de América (São José do Rio Preto), XV de Jaú e União FC (Mogi das Cruzes); o EC São Bernardo compõe o grupo 7 ao lado de VOCEM (Assis), Osvaldo Cruz e Francana.

Reforços

E para continuar sonhando com o acesso à Série A3, as equipes da região também buscam reforçar seus elencos. O “cachorrão” de São Bernardo foi ao mercado e trouxe dois atacantes: Eric, ex-Portuguesa Santista e Pedro Hulk, que chegou do Guarani. O EC São Bernardo é considerado um dos favoritos a uma das vagas do acesso. Já a “locomotiva” apresentou o meia Alex e o volante Mateus, que viram de empréstimo junto ao Santo André. Os dois atletas chegam para reforçar o time de Mauá na seqüência da competição.

JOGOS DO GRÊMIO MAUAENSE

15/07-GE Mauaense x América

23/07-XV de Jaú x GE Mauaense

29/07-GE Mauaense x União de Mogi

05/08-União de Mogi x GE Mauaense

12/08-GE Mauaense x XV de Jaú

20/08-América x GE Mauaense

JOGOS DO SÃO BERNARDO

18/07-Francana x EC São Bernardo

23/07-EC São Bernardo x Osvaldo Cruz

28/07-EC São Bernardo x VOCEM

05/08-VOCEM x EC São Bernardo

13/08-Osvaldo Cruz x EC São Bernardo

20/08-EC São Bernardo x Francana

Grêmio Mauaense encerra participação na Primeira Fase da Segunda Divisão do Paulista com vitória sobre o Jabaquara

Mauaense venceu Jabaquara sem dificuldades por 3×1

Por Daniel Alcarria

Na fria e chuvosa tarde do sábado (01/07) em Mauá, o time do Grêmio Mauaense jogou e venceu a equipe do Jabaquara de Santos atuando no péssimo gramado do Estádio Municipal “Pedro Benedetti”. O placar de 3×1 para a “Locomotiva do ABC” refletiu a diferença entre as equipes na disputa do Campeonato Paulista da Segunda Divisão: enquanto o time de Mauá, já classificado e na vice-liderança do grupo 4 com 23 pontos, cumpria tabela, o tradicional e centenário Jabaquara de Santos, com apenas 8 pontos na classificação, jogava suas ultimas fichas em busca da ultima vaga do grupo em aberto, com chances remotas.

E não teve jeito. Com a derrota, o Jabaquara desperdiçou sua ultima chance de classificação e cumpre tabela na ultima rodada contra o também já desclassificado Atlético Mogi. Os gols do Grêmio Mauaense foram anotados por Kauê e Paulo Rogério duas vezes; Lucas Ian descontou para o Jabaquara. A partida atrasou 18 minutos, por causa do atraso do policiamento e, por pouco, a equipe da casa não sofreu um WO.

Já no clássico de Mogi das Cruzes, goleada. O União não tomou conhecimento do Atlético e ganhou por 5 a 0, dando grande passo para a conquista da ultima vaga ainda em aberto no grupo. O EC São José, que ainda busca a liderança do grupo venceu o Real Cubatense, fora de casa e chegou aos 23 pontos.

Os classificados do grupo 4 são Manthiqueira (25 pontos), Grêmio Mauaense e EC São José (23 pontos). União de Mogi (13) e Real Cubatense (12) brigam pela ultima vaga do grupo. O Mauaense encerrou participação na primeira fase, que terá sua derradeira rodada no próximo domingo (09/07) com os jogos entre Jabaquara x Atlético Mogi, EC São José x Manthiqueira e a decisão entre União e Real Cubatense em Mogi das Cruzes. A Segunda Fase da competição tem seu inicio previsto para o dia 16 de julho, com a definição dos grupos e jogos através de sorteio técnico a ser realizado pela Federação Paulista de Futebol.

EC São Bernardo e CA Diadema

As outras equipes do ABC (EC São Bernardo e CA Diadema) fazem parte do Grupo 3 e vivem situações opostas. Enquanto o “Cachorrão” de São Bernardo, já classificado e apresentando grande campanha, mesmo com a derrota em casa para o Primavera de Indaiatuba por 2×1 e com o qual divide a liderança do grupo, o CA Diadema por sua vez realiza um péssimo campeonato, onde conquistou apenas cinco pontos que faz da equipe diademense o lanterna do grupo, junto ao Barcelona da capital. Na rodada, o Diadema jogou domingo (02/07) contra o Itararé no Interior e sofreu sonora goleada por 7×0.

Associação Atlética Frente Negra (Ribeirão Pires)

HISTÓRIA DO FUTEBOL DE MAUÁ E RIBEIRÃO PIRES

Por Daniel Alcarria.

Associação Atlética Frente Negra (Ribeirão Pires)

A Associação Atlética Frente Negra, time fundado em 15 de setembro de 1973, inicialmente teve a denominação de Pilar Velho Futebol Clube. Com a extinção do Pilar Velho, o time passou a ser chamado de Santa Clara, que dava o nome a uma pedreira existente no bairro da Santa Luzia. A maioria de seus jogadores e fundadores eram trabalhadores da Pedreira Santa Clara.

A pedreira Santa Clara possuía uma grande área no bairro de Santa Luzia, onde também havia um campo onde jogavam os trabalhadores da pedreira e também as crianças e adolescentes do bairro. A pedreira resolveu desativar o time em 1972 e no ano seguinte, jogadores do Santa Clara e moradores da região fundaram o Frente Negra.

Segundo relato do fundador e atual presidente Arlindo Franco Siqueira, “o time foi fundado na beira do campo da pedreira e o nome Frente Negra foi em razão de um comentário feito por um antigo colaborador do time que teria observado a grande quantidade de negros na equipe”. Aníbal Vido teria proferido a frase: esse time é uma “frente de negros”, e Arlindo então teve a brilhante ideia de homenagear seu time com o nome de Frente Negra.

O primeiro presidente da equipe foi o Sr. Manoel Ferreira, que era trabalhador na Pedreira Santa Luzia, tendo como vice Benedito Pereira. Eles ficaram à frente da equipe da fundação (1973) até 1977. Depois vieram Joarez Vicente de Paula (1977 a 1979), Hélio Arthur Bianchini (1979 a 1983), Arlindo Franco de Siqueira (1983 a 1987), Antoniel Cardoso dos Santos (1987 a 1989), Antonio Casa Nova (1989 a 1993) e Cleidi Gomes da Silva (1993 a 1997). Arlindo retornaria à presidência em 1997 ficando até hoje em estado de total dedicação pelas coisas do Frente Negra.

O primeiro jogo da história do Frente Negra foi um amistoso em Mauá contra o Itapeva, no campo do bairro Itapeva. Na realidade foram dois jogos envolvendo os times aspirante e principal. Arlindo só se recorda do placar do time de aspirante, o qual ele jogava. O placar foi 0x0. Quanto às cores adotadas pelo time, uma curiosidade: em razão de ter que mudar de camisa em cada lugar que ia jogar, a diretoria resolver adotar cinco uniformes com cada um tendo uma cor, adotando dessa maneira um fardamento azul, outro vermelho, outro branco, outro preto e por fim, o amarelo.

Dos grandes jogadores, os nomes lembrados pelos entrevistados Arlindo, Valdir da Silva e Antonio Marcos da Silva, o Dida, foram muitos, mas especialmente os zagueiros Marcelo, Valdir, os meias Bahia, Laluche, Fabinho, Nicolau, Leléu, Vinicius e os goleiros Tidão, Canadá e Dida. No ataque, os artilheiros Roque, que atuou na equipe desde a fundação até os anos 1990 e Roberval, que jogou nos anos 2000 são os destaques. Roberval foi o artilheiro da 2º Divisão de Ribeirão Pires em 2002 e 2003 e Roque, o antigo artilheiro, marcou 56 gols na temporada de 1977.

Atualmente a equipe disputa a 1º divisão de Ribeirão Pires desde 2014, tendo os seguintes títulos em sua história: campeão da 1º Copa União em 1989, vice-campeão da 1º Divisão em 1983, 1987 e 1988 e vice-campeão da 2º Divisão 1992; campeão da Taça Ribeirão Pires (1983) de aspirantes e campeão municipal de aspirantes de 1985; tricampeão da Copa Frente Negra (2007, 2088 e 2010) e bicampeão de veteranos (2013 e 2014).

UM TIME FAMÍLIA

O relato de Valdir da Silva, veterano colaborador e ex-jogador do time, parceiro fiel do palmeirense Arlindo, vai de encontro com as afirmações do representante da “jovem guarda” do Frente Negra Antonio Marcos da Silva (Dida), de que o time é uma extensão de suas famílias.  “Nossa torcida não é numerosa, mas é composta pela nossa família, pelas mulheres, crianças e idosos do bairro que nos acompanham”, afirma Dida. Ele foi goleiro do time e está na equipe desde os 14 anos de idade, sendo agora um “continuador” do trabalho de Arlindo e do Valdir. Já Valdir vai além afirmando que o Frente Negra é sua segunda família e que não sai do time por nada, “nem por uma proposta de um milhão”, afirma o fanático colaborador do Arlindo, o ex-zagueiro Valdir.

AS CAMISAS VERMELHAS QUE ENFURECERAM AS VACAS

Uma passagem inusitada e muito engraçada ocorreu com o Frente Negra num amistoso em Mauá realizado no campo do IV Centenário. Na ocasião, o Frente Negra jogava com um uniforme vermelho e para a surpresa de todos, repentinamente apareceram cerca de seis ou sete vacas a correr atrás dos jogadores, furiosas com a cor vermelha de seu fardamento. Às gargalhadas, seu Arlindo Franco lembra que era um tal de jogador correr para fugir da fúria dos animais e que o jogo ficou parado um tempo para afugentar os bichos e depois recomeçar. O jogo das vacas ocorreu em 1992.

FRENTE NEGRA: PASSADO E FUTURO PRESENTES

O compromisso de Arlindo Franco Siqueira com o Frente Negra é tão profundo que certamente é como uma garantia de futuro para a equipe. Tamanha dedicação é reconhecida até pelos adversários do time, sendo um estímulo para os mais jovens como o Dida, para manter a agremiação em atividade, mesmo com as dificuldades.

“Sempre foi muito difícil fazer futebol amador em Ribeirão Pires e cada dia vai ficando pior, uma vez que os campos estão acabando e com o fim dos campos, os times também tem dificuldade de sobreviver por não ter campo pra jogar”, revela Arlindo.

Arlindo fala que o Frente Negra é um lado e o outro lado é ele, que um complementa o outro. “Não viveria sem o Frente Negra, porque eu mais do que gosto disso, isso é simplesmente parte integrante da minha vida”. “Minha vida e o Frente Negra é uma coisa só, quero morrer na beira do campo”, conclui Siqueira.

Atualmente o Frente Negra manda suas partidas no campo da PETROIL e sua sede está localizada na rua Gibraltar nº 265, Jardim Petrópolis. Arlindo tem como colaboradores os senhores Gérson, Dida, Antonio, Valdir, Cláudio, Antonio Tragédia e Claudione, que juntos mantém vivas as tradições de uma agremiação formada por operários e trabalhadores da Santa Luzia que mesmo com as dificuldades continua escrevendo lindas e heroicas páginas de amor ao futebol amador e ao clube que escolheram para doar suas energias e exemplar dedicação.

Publicado no jornal “A Voz de Ribeirão Pires” e no “Almanaque do Futebol de Ribeirão Pires”, em 2015.

Na briga pela liderança do grupo 4, Mauaense fica no empate com o São José em Mauá.

Na briga pela liderança do grupo 4, Mauaense fica no empate com o São José em Mauá.

Por Daniel Alcarria.

A esperada partida entre Grêmio Mauaense e EC São José, válida pela 11ª rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, confrontou as equipes numa disputa direta pela liderança do grupo 4, ocupada pelo Manthiqueira. Entretanto, o time de Mauá não passou de um empate por 1×1 com o São José (gols de Victor Feijão, de pênalti para a “Águia do Vale” e Nicolas, para o Grêmio Mauaense). O jogo foi disputado na tarde do sábado (17/06) no estádio municipal de Mauá “Pedro Benedetti”. Após o resultado ruim dentro de seus domínios, o Mauaense chegou a 20 pontos, já classificado para a fase seguinte.

Além do jogo de Mauá, outras duas partidas foram disputadas pelo grupo na tarde do sábado. Em Santos, o líder Manthiqueira não tomou conhecimento de sua condição de visitante e venceu o Jabaquara por 2×1, alcançando os 24 pontos na tabela de classificação. Já em Mogi das Cruzes, o Atlético local venceu sua primeira partida na competição ao vencer o Real Cubatense por 1×0, deixando em aberto a ultima vaga do grupo para a próxima fase. Manthiqueira (24), Grêmio Mauaense (20) e São José (17) já estão com vagas asseguradas para a fase seguinte. Real Cubatense (11), Jabaquara (8) e União Mogi brigam pela quarta e ultima vaga.

Para o Grêmio Mauaense restam duas partidas até o término da primeira fase: União de Mogi, fora de casa (25/06) e o encerramento contra o Jabaquara, em Mauá, no dia 1º de julho no estádio “Pedro Benedetti”. Os dois finalistas da Segunda Divisão de 2017 ascenderão à Série A3 de 2018.

 

Grêmio Mauaense vence mais uma e garante classificação antecipada

 

 

 

 

 

 

Grêmio Mauaense vence mais uma e garante classificação antecipada

Por Daniel Alcarria.

Em partida válida pela décima rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, time do Grêmio Mauaense entrou em campo na manhã do domingo (11/06) e venceu o Real Cubatense, no estádio Espanha (Santos), por 2×0, gols de Rodrigo e Junior. Com a vitória, os comandados do técnico Flávio Borelli garantiram classificação à próxima fase da competição com três rodadas de antecedência, chegando aos 19 pontos no grupo 4.

Nos outros jogos válidos pelo grupo, o Manthiqueira fez 3×2 no Atlético Mogi jogando em Guaratinguetá e o União de Mogi ficou no 1×1 com o Jabaquara. Os resultados garantiram matematicamente o Grêmio Mauaense na próxima fase da Segundona.

O líder do grupo 4 é o AD Manthiqueira com 21 pontos, seguidos de Mauaense (19), EC São José (16) e Real Cubatense com 11. Os demais clubes Jabaquara (8), União Mogi (7) e Atlético de Mogi estariam desclassificados.

Faltando três rodadas para o término da primeira fase, o Grêmio Mauaense ainda terá pela frente o EC São José (sábado 17/06, em Mauá), o União de Mogi, fora (25/06) e o Jabaquara, em casa, no dia 1º de julho no estádio “Pedro Benedetti”. Os dois finalistas da Segunda Divisão de 2017 ascenderão à Série A3 de 2018.

 

Alvinegro Futebol Clube (Ribeirão Pires)

HISTÓRIA DO FUTEBOL DE MAUÁ E RIBEIRÃO PIRES

ALVINEGRO FUTEBOL CLUBE (Ribeirão Pires)

Por Daniel Alcarria.

O Alvinegro Futebol Clube, time com sede no Jardim Caçula, foi fundado em 16 de outubro de 2006 e nasceu de uma divergência entre jogadores e diretores do rival do mesmo bairro, o EC Alve Verde. Os fundadores, com exceção do senhor Aarão, eram todos ligados ao Alve Verde.

A idéia de formar outro time no Jardim Caçula surgiu ainda em 2000, quando o Alve Verde disputou a final da 1º Divisão contra o Vila Suissa (que ficou com o título). Os zagueiros Beto e Zulu, do time verde, foram titulares durante todo o campeonato, mas para surpresa de todos, o treinador resolveu sacar os dois no dia da decisão. Inconformados com a decisão do técnico resolveram sair do time.

O motivo para não escalar os atletas no dia da final nunca foi esclarecido, mas o fato é que aquela atitude animou parte dos jogadores e da diretoria a sair do rival e montar outro time para fazer frente ao Alve Verde. Dos fundadores, saíram do EC Alve Verde para montar o Alvinegro Alcicleide Pereira Batista, Alberto Pereira Batista, Francisco Batista Neto e Denis Athila Batista dos Santos.

As primeiras reuniões do novo clube foram realizadas na sede da Sociedade Amigos de Bairro do Jardim Caçula, entidade que continha em sua diretoria membros do recém-fundado Planteucal, depois Alvinegro. Isso mesmo, o Alvinegro nasceu como Planteucal em razão de a Liga Ribeirãopirense de Futebol não permitir a criação de mais um time no Jardim Caçula (os outros são o EC Caçula, Alve Verde e o Vasquinho).

O Planteucal jogou apenas uma competição, a 3º Divisão de 2006 e a denominação foi uma maneira de “driblar” a Liga para poder jogar a competição. Planteucal é um bairro próximo do Jardim Caçula, e a verdade é que mesmo com o nome daquele bairro, o time tinha sede no Jardim Caçula. O definitivo nome de Alvinegro foi adotado em janeiro de 2007, mas a fundação considerada é a de 16 de outubro de 2006, quando surgiu como Planteucal.

O primeiro jogo do Alvinegro foi contra o Scorpions de Mauá, em 2007 e o placar de 3×3 no campo do Caçula já indicava que nascia ali um time predestinado às vitórias. Coube à Jander Augusto da Silva a honra de anotar o primeiro gol do time.

ALVINEGRO EM LUTO E O PRIMEIRO TÍTULO      

O primeiro presidente do time foi o Sr. Francisco Batista Neto, falecido em 2011. Chicão, como era conhecido carinhosamente o “seo” Francisco, era o grande incentivador do Alvinegro e seu falecimento quase provocou o fechamento do time. Foi quando os atletas Gil, Fabiano, Flavio Neizinho, Claudemir e David Alemão tomaram a dianteira da agremiação e com grande esforço resolveram manter a equipe.

O título da Segunda Divisão de 2011 foi o primeiro da recente história do Alvinegro, tendo sido o Chicão o grande motivo daquela conquista; foi um troféu motivado pela força de Francisco que não teve tempo para ver seu querido Alvinegro levantar uma taça e ascender à divisão maior do futebol de Ribeirão Pires. Festa e orgulho para o “Pantera” do Jardim Caçula, o time da família Batista presente no bairro desde 1987.

A partida final foi contra o forte time do Santa Inês e o empate de 1×1 levou a decisão para a cobrança de pênaltis. Ao final, 4×3 para o Alvinegro e o primeiro troféu de campeão para a sede do clube que havia sido inaugurada em 2009.

OS CRAQUES E OUTRAS CONQUISTAS

Além do título da Segunda Divisão de 2011, o “Pantera” do Jardim Caçula possui em seu vitorioso currículo de conquistas os vice-campeonatos da Terceira Divisão, dos Veteranos e dos Jogos da Cidade, todos em 2008. A maior conquista do Alvinegro FC foi o título da Primeira Divisão de 2013, quando na decisão venceu o Guanabara da Vila Gomes por 1×0, gol do atacante Jason. Em 2015, o “Pantera” chegou à decisão, mas perdeu o jogo final para o EC Comercial por 2×1 e ficou com o vice-campeonato. Uma curiosidade é que, apesar da “rivalidade” histórica com o Alve Verde, as equipes só se enfrentaram uma vez, quando empataram por 2×2 em 2011.

Os maiores artilheiros da curta história do Alvinegro FC foram os atacantes Zezinho e Jason; por outro lado, é considerado pelos torcedores como maior goleiro do time o Douglas Batatinha. Outros craques: Roberto, Rick, Leandro, David, Gil, Piá, Zezinho, Mexicano, Fabiano, Luan, Zulu, Beto, Flavinho, Dedé, Ricardinho, Márcio, Jander e Ivan.

Os campeões de 2013: Douglas, Flavinho, Richard, Beto, Giovane, Zulu, Castor, Maicon, Sula, Neguinho, Valtinho, David, Willian, Zinho, Leozinho, Jason, Cássio, Kairo, Zica, Damião, Sandro e Dida.

Passaram pelo Alvinegro e jogaram no futebol profissional os atletas Zica (Rio Verde de Goiás), Zulu (Grêmio Mauaense e Santo André), Rangel (São Caetano e Grêmio/RS), Flavinho (Standard Liége/ Bélgica, campeão Belga de 2009) e o Cássio, que atuou pelo Paraná Clube e pelo América de São José do Rio Preto.

DIRETORIA E TORCIDA

            A diretoria atual do Alvinegro é composta por Denis Athila Batista dos Santos, Presidente; Alberto Pereira Batista, Diretor; Alex Pereira Batista, Diretor; Francisco Delmonte, Diretor e José Roberto Diniz, Diretor. Mesmo sendo um clube fundado recentemente, o Alvinegro constituiu-se como um grande campeão e possui uma apaixonada torcida. O primeiro agrupamento de torcedores foi a “Fúria Alvinegra”, extinta, seguida pela “Império Alvinegro”, fundada em 2014 e que tem como presidente Isaque Silva Soares. A torcida tem ao menos 60 componentes entre amigos e familiares dos jogadores, o que caracteriza o Alvinegro como um time de família. O time da família Batista e da família futebol. O “Pantera Negra” que representa a garra, união e supremacia.