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64 anos: O principal desafio de Ribeirão Pires é levar a vocação turística a sério

[sg_popup id=”17″ event=”onload”][/sg_popup]Por Samuel Boss

Torre de Miroku

A cidade de Ribeirão Pires completa 64 anos de emancipação, mas ainda não conseguiu se autoafirmar como o principal pólo turístico da região do ABC. Rodeada por Mata Atlântica, a cidade conta com represas, lagos, gruta, pedras, belezas naturais, uma fauna vasta e uma potência hidromineral que seriam itens necessários para uma exploração econômica turística.

Castelo de Robson Miguel

Porém, nem mesmo seus 113 mil habitantes conhecem direito a cidade que vivem, quanto mais nossos vizinhos do ABC e Grande São Paulo. E esse desconhecimento é culpa única e exclusivamente do poder público (todas gestões), que colocaram o turismo sempre como uma pasta sem nenhuma importância dentro do orçamento municipal. A prefeitura despende em média de 2 a 3% do orçamento para sua principal vocação, o turismo.

Cidades como São Pedro, no interior de São Paulo investem em média 8% em turismo, e recebem o retorno deste investimento em visitação sistemática de turistas. Redes hoteleiras se instalam constantemente na região, o planejamento da cidade é todo pensado na plataforma turística, e pasmem, a cidade detém apenas a mata atlântica (divisa com Brotas), para esporte radicais, uma praça e hotéis.

Outra mentira turística, mas que convencem as pessoas, é Águas de Lindoia. A cidade tem um lago, alguns pedalinhos e os hotéis em volta. Nada mais que isso. No entanto, a cidade se projetou e se planejou na plataforma turística, e vive disso.

Outro Lado

Ribeirão Pires possui apenas  um hotel, o Pilar, e mesmo assim, o poder público criou uma birra com seu proprietário, o que impediu de que houvesse uma parceria maior. A cidade não consegue explorar nem mesmo o turismo industrial com as Águas Pilar. Ribeirão poderia criar a rota das águas, mas falta alguém que pense nisso na prefeitura 24 horas por dia.

Espaço Fiori de Luce

A cidade conta com monumentos históricos belíssimos como: A Fábrica de Sal, a Escola de Música, o Mirante, a Igreja do Pilar, o São José, porém, não há nem mesmo um tour promovido pela prefeitura para que os próprios moradores explorem tais belezas.

Além dos monumentos públicos, há ainda a iniciativa privada que investiu também em opções turísticas. O Castelo do Robson Miguel (que já foi destaque na mídia nacional), a Torre de Miroku, um monumento de primeiro mundo; pesqueiros, Espaço Fiori de Luce entre outros.

A cidade ganhou muito com o Festival do Chocolate, porém, ao longo dos anos o festejo perdeu seu foco principal, uma festa de família. Ribeirão Pires tem um clima maravilhosos para sedear um evento literário durante o inverno; poderia ser um pólo literário do Grande ABC. Falta apenas vontade.

Escola de Música Alfredo Della Rica

A cidade é linda, abençoada e próspera, precisamos que os gestores acreditem nisso e carreguem essa vocação turística como salvação. Não há mais espaço para criação de taxas, tributos e impostos, o que precisa é geração de renda, através da sua principal obra prima: o turismo.

 

O atual prefeito, Kiko Teixeira (PSB) prometeu olhar com carinho para o turismo e pretende resgatar essa vocação, fazemos votos que sua equipe consiga tal feito.

 

 

Bastidor Político
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Redação do site Bastidor Político. Veículo criado em 2016 com intuito de levar os bastidores da informação.

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