Por Samuel Boss
A cidade de Mauá amargou neste ano a prisão do seu prefeito, Atila Jacomussi (PSB) após a operação, Prato Feito da Polícia Federal, mas a desgraça não parou por aí. Ao assumir a prefeitura, a vice-prefeita, Alaíde Damo (MDB) que ao contrário de seu correligionário, Michel Temer, pode sim, ser considerada uma vice decorativa, assim como uma prefeita decorativa.
Ao se sentar na cadeira, Alaíde foi apenas uma assinatura no papel, e as decisões sempre foram tomadas por forças escusas da política da cidade. Não houve uma decisão se quer que tenha partido da vontade pessoal da esposa do ex-prefeito, Leonel Damo. Tudo o que aconteceu na cidade até então, foi desenhado em reuniões nos porões do poder e não no gabinete da prefeita.
Na entrevista coletiva anunciada pela Comunicação da prefeitura, não existia prefeita para anunciar o caos da cidade, devido o falecimento de sua cunhada. Enquanto isso na prefeitura havia um grupo chefiado por Antônio Carlos de Lima (sobrinho de Alaíde), que tentou explicar para a mídia o motivo do decreto de Calamidade Financeira.
Em resumo disseram: “não vamos pagar fornecedores, vamos demitir funcionários, não vamos cumprir os contratos e ainda iremos aumentar os impostos para financiar este governo chefiado por terceiros”.
Alaíde continuará sendo como aquelas senhoras ricas que passam uma procuração aos filhos ou sobrinhos cuidarem de sua fortuna, porém, o grande problema é que a fortuna é pública, é nossa, e ninguém sabe quem será o responsável, caso a calamidade financeira ultrapasse para a calamidade moral e ética.
Como morador da cidade, me sinto envergonhado por ver tamanho descaso. Me resta apenas torcer para que os “prefeitos terceirizados” não coloquem seus anseios a frente das angústias vividas por cada munícipe
Redação do site Bastidor Político.
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