Considerada uma ferramenta emergente para políticas de segurança pública, a tecnologia de reconhecimento facial, que esteve presente em São Caetano no último sábado, está programada para ser implementada em mais três cidades do Grande ABC em 2025: Santo André, São Bernardo e Diadema. Neste exercício, os quatro municípios devem implantar 3.308 dispositivos em vias públicas e equipamentos públicos. Ao passo que Mauá e Ribeirão Pires não possuem previsão para a implementação do sistema de vigilância e identificação de suspeitos, Rio Grande da Serra planeja instalar as primeiras 43 câmeras até o mês de dezembro.
Com o programa Smart Sampa da Prefeitura de São Paulo em evidência, que possui 31.323 câmeras integradas e contribuiu para a captura de mais de 1.300 fugitivos da justiça, o reconhecimento facial é uma estratégia adotada pelas prefeituras do Grande ABC no enfrentamento da criminalidade. Além da tecnologia para identificar suspeitos, as cidades precisam que o governo paulista forneça informações sobre procurados pela Justiça e placas de veículos furtados ou roubados, como acontece na capital.
Cidades que avançam na instalação de câmeras e tecnologia de reconhecimento para segurança pública:
São Caetano: inaugurou o Smart Sanca com 510 câmeras integradas a bancos nacionais.
Santo André: tem 800 câmeras (mais 900 previstas) e aguarda liberação estadual para reconhecimento facial.
São Bernardo: 400 câmeras (mais 350 em instalação), reconhecimento facial em implantação e reforço da GCM.
Diadema: 348 câmeras, ampliando para reconhecimento facial e novo CISP.
Mauá: estuda reconhecimento facial e busca verba federal para ampliar câmeras.
Ribeirão Pires: 184 câmeras, 16 leem placas; não prevê reconhecimento facial em 2025.
Rio Grande da Serra: sem câmeras hoje, pretende instalar 43 até dezembro antes de discutir reconhecimento facial.
















