A procuradora-geral do Município de São Paulo, Marina Magro Beringhs Martinez, faleceu na terça-feira, 5, aos 51 anos. O motivo do falecimento não foi revelado.
Marina, graduada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduada em Processo Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), começou sua trajetória profissional na procuradoria municipal em 2003.
Desde 2010, ela assumiu a direção do Departamento de Proteção Ambiental e Patrimônio, permanecendo no posto até 2019, quando foi nomeada Procuradora-Geral da Cidade de São Paulo.
Marina participou ativamente das negociações que resultaram na transferência do Campo de Marte para a União e, segundo o Estadão, era considerada para fazer parte do primeiro escalão da próxima administração do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Nunes expressou pesar pela morte da procuradora, que classificou como “uma líder notável” e “uma profissional comprometida”. “A sua dedicação ao serviço público e o seu compromisso com a justiça deixaram uma profunda impressão em todos que tiveram a oportunidade de colaborar com você”, afirmou Nunes, em um comunicado divulgado nas redes sociais.
A procuradora recebeu a medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da cidade em junho deste ano, na Câmara Municipal. O vereador Milton Leite (União), presidente da câmara municipal, propôs a honraria.
Leite também se pronunciou sobre o falecimento de Marina, ressaltando a colaboração que manteve com a procuradora.
Estivemos juntos em batalhas significativas. Em tais situações, tive a oportunidade de observar de perto sua ética profissional, profissionalismo e sensibilidade. “Marina partiu muito jovem, nos recordando que a vida é um breve e fugaz instante”, afirmou o deputado, por meio de uma nota.
Marina Magro foi velada na tarde da terça no hall principal da sede da Prefeitura de São Paulo, no Viaduto do Chá. Ela deixa marido e um filho.
















