A novela parece não ter fim da briga entre o prefeito eleito, Kiko Teixeira (PSB) e a justiça paulista. O Tribunal de Justiça de São Paulo sentenciou Kiko a inegibilidade devido a rejeição de suas contas no período em que presidiu a Câmara de Rio Grande da Serra, o prefeito eleito recorreu ao STF, e conseguiu do Ministro Edson Fachin um Recurso Extraordinário que suspendeu sua condenação.
Porém, na última segunda-feira (14/11), o SubProcurador Geral da República, Odim Brandão Ferreira, pediu o desprovimento do Recurso Extraordinário expedido por Fachin a favor de Kiko. Com essa decisão, a luta jurídica do político volta a tona.
A decisão da PGR movimenta os bastidores políticos da cidade e coloca em cheque a possibilidade de Kiko assumir a prefeitura dia 1 de janeiro de 2017, porém, o STF precisa se pronunciar sobre o caso e dar a decisão final.
Leia na íntegra a decisão da PGR
















