O jornal Metro trouxe com exclusividade a notícia que uma área verde de 11,8 hectares, equivalente a aproximadamente 12 campos de futebol, foi desmatada para a construção de galpões de logística na cidade de Mauá com divisa em Santo André. O terreno está localizado na estrada Guaraciaba, em área próxima ao acesso de Mauá ao trecho sul do Rodoanel.
A á
rea devastada faz [sg_popup id=”48″ event=”onload”][/sg_popup]parte do Parque Municipal do Pedroso e o Parque Guaraciaba, em Santo André. A área é vizinha também de zona industrial na Vila Carlina, em Mauá.
A Secretaria de Meio Ambiente do estado, que emitiu autorização para o desmate, afirma que a vegetação no terreno estava em “estágio inicial de regeneração”. De acordo com o órgão, o corte para este tipo de mata é liberado pela Lei da Mata Atlântica, de 2006.
De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, a autorização teve como condicionante o comprometimento da empresa de que 5,07 hectares de área verde seriam preservados dentro do imóvel.
Segundo a prefeitura de Mauá
“com cobertura vegetal predominantemente fechada, apresentando espécies arbustivas e arbóreas”. Por conta das características, as autorizações dependem exclusivamente da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo)
Um fato curioso no caso é que a prefeitura e o Estado não revelaram o nome da empresa responsável pelo desmatamento.

















Um comentário
Se é em Maua como pode ser parte de um parque de Santo André?
Agora isso é a Anomia que o estado causa através da Cetesb, que desconsidéra os municípios e os próprios por incompetência? desconhecimento, por interesses estranhos por falta de vontade política deixam de exercer o seu direito e obrigação, ainda mais se a vegetação é estado inicial de regeneração cabe ao município, inclusive um plantio compensatório, no próprio município e não é a Cetesb quem deve decidir.