Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Mauá figuram entre os 49 municípios escolhidos pelo governo estadual para a fase inicial do programa SuperAção SP, uma ação destinada a combater a pobreza em áreas com elevados níveis de vulnerabilidade social. Em encontro realizado no Palácio dos Bandeirantes na quarta-feira (6), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresentou os fundamentos do programa a prefeitos, prefeitas e primeiras-damas de 49 municípios que podem participar da nova ação.
Durante a primeira fase do SuperAção SP, as cidades nas regiões Metropolitana de São Paulo, Campinas, Sorocaba e Baixada Santista, que apresentam os maiores índices de vulnerabilidade, também demonstram potencial para o desenvolvimento socioeconômico. Isso se dá de acordo com critérios como concentração de pobreza, PIB (Produto Interno Bruto) local e taxa de ocupação. Aproximadamente 105 mil famílias, identificadas por meio de busca ativa no CadÚnico (Cadastro Único), receberão benefícios até 2026.
“O SuperAção é uma das prioridades do nosso governo e não será bem-sucedido sem a colaboração dos municípios. Por essa razão, reforçamos nosso sistema de assistência social para atuar diretamente nas comunidades onde as pessoas realmente vivem. Desejamos que os cidadãos adquiram direitos sociais por meio de renda e elevação do poder de compra. “Desenvolvemos um programa que promove uma aliança para direitos sociais, transferência direta e inclusão produtiva”, declarou o governador Tarcísio de Freitas.
Com um investimento inicial de R$ 500 milhões para a implementação do programa, o SuperAção SP integra os recursos de 29 políticas públicas de diversas secretarias em um atendimento integral às famílias em situação de vulnerabilidade social. Os municípios que participarem do programa receberão R$ 110 milhões em cofinanciamento. Os recursos poderão ser utilizados para estabelecer ou expandir serviços socioassistenciais, como CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), CREAS (Centros de Referência Especializado de Assistência Social), serviços de convivência e fortalecimento de vínculos, Centros de Convivência para Idosos e assistência domiciliar, entre outros.
















