Intervenções ocorreram no âmbito do programa Novo Ares: a Importância da Primeiríssima Infância, iniciativa inédita e pioneira que pretende melhorar as condições de vida de crianças em 18 países
A Prefeitura de Diadema realizou série de intervenções em escolas da cidade que têm como objetivo melhorar a qualidade do ar dentro e no entorno das unidades. Foram implementadas paredes verdes, criadas hortas, colocadas cortinas nas salas (que servem como filtros para a poluição), entre outras ações. Todas as realizações ocorreram no âmbito do programa Novo Ares: a Importância da Primeiríssima Infância, iniciativa inédita e pioneira que pretende melhorar as condições de vida de crianças em 18 países.
Diadema é uma das duas únicas cidades do Brasil a participar do programa, coordenado pela entidade chilena Fundação Horizonte Cidadão, com apoio da Pontifícia Universidade Católica de Valparaiso, no Chile. Ao todo, 24 cidades latino-americanas e caribenhas receberam monitores de qualidade do ar da Fundação para serem instalados em instituições de ensino infantil escolhidas pelos líderes locais. Em Diadema, cinco creches receberam os equipamentos entre dezembro de 2021 e março de 2022.
Além dos medidores, os professores e gestores das creches Márcia Maria Rodrigues Silva, no Centro; Eva Maria e Lázara Silveira Pacheco, no Campanário; Carolina Maria de Jesus, no Inamar; e Herbert de Souza, no Taboão, passaram por uma formação, ofertada pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) Escola da Metrópole da Universidade de São Paulo (USP), que é o parceiro brasileiro da iniciativa. A professora doutora Ana Estela Haddad é responsável pela coordenação geral do projeto
As intervenções foram implementadas nas creches com recursos do programa e do município. “Essas são ações de mitigação intramuros. A partir do ano que vem, a gente intensifica a discussão intersecretarial, envolvendo especialmente o Departamento de Trânsito, para que a gente pense em mais e novas soluções para melhorar a qualidade do ar”, explicou a secretária de Educação, Ana Lucia Sanches. “A formação também foi muito importante porque os professores agora podem conciliar a questão da qualidade do ar com as atividades que serão desenvolvidas pelos alunos, já que os monitores permanecem nas escolas”, completou.
















