PF inclui Sama, empresas fornecedoras e DGABC nos pedidos de busca e apreensão

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No pedido feito pela Polícia Federal ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região incluem a SAMA- Saneamento Básico de Mauá – citando o superintendente Israel Aleixo, na secretaria de Educação com a citação do secretário, Fernando Daniel Copola, porém, a juíza indeferiu a medida constritiva de ambos. O pedido feito de busca e apreensão das empresas fornecedoras foram acatadas pela magistrada, quanto ao jornal Diário do Grande ABC, o periódico vai ser intimado para comprovar existência de vínculo contratual com prefeitura.

No pedido da Polícia Federal há também a citação do afastamento de 22 vereadores, porém, a justiça negou alegando que afetaria a governabilidade da cidade, em relação aos mandados nas empresas e no DGABC, a PF não respondeu o nosso questionamentos.

 O pedido foi feito pela superintendência da Polícia Federal, através da DELECOR- Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros e cumpriu 54 mandados de busca e apreensão e dois pedidos de prisão, do prefeito Atila Jacomussi (PSB) e o ex-secretário, João Gaspar.

Em nota, a defesa do Atila Jacomussi considera a ação da PF arbitrária e uma forma de requentar fatos conhecidos.

“A defesa de Átila Jacomussi, prefeito de Mauá, representada por Daniel Leon Bialski, esclarece que “este novo e arbitrário decreto de prisão nada mais faz do que requentar fatos que já eram conhecidos e tinham motivado o decreto anterior que foi revogado pela Suprema Corte. Como o prefeito não descumpriu qualquer das medidas impostas, a defesa irá apresentar Reclamação perante o Supremo Tribunal Federal porque essa decisão afronta e desafia a Autoridade da medida antes concedida. Não é admissível dar uma nova roupagem para fatos pretéritos e conhecidos para se renovar o pedido de prisão. A medida além de ilegal, não possui lastro empírico e nem idônea motivação. Causa maior espanto quando verifica-se que o próprio Ministério Público Federal contestou a competência jurisdicional da Justiça Federal examinar a causa. Infelizmente, este é um triste sintoma do momento policialesco em que vivemos. Todavia, a defesa irá em todas as instâncias e graus combater essa arbitrariedade, buscando restabelecer a liberdade do Prefeito”.