Nesta segunda-feira, o jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem na qual dizia que militares fariam uma “apuração paralela” em 385 urnas do país. A informação foi negada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que disse não ter feito “qualquer acordo com as Forças Armadas ou entidades fiscalizadoras para permitir acesso diferenciado” a dados eleitorais.
Segundo a jornalista Míriam Leitão, as áreas técnicas do Ministério da Defesa e do TSE chegaram a discutir a viabilidade de os militares fazerem uma apuração durante uma reunião em agosto, mas, de acordo com fontes ouvidas por ela, não houve uma decisão sobre o assunto.















