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CPI da Fiação ouve empresas de telecomunicação e sindicato sobre serviço prestado em São Paulo 

CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Regularização da Fiação voltou a se reunir nesta quinta-feira (28/11) para colher depoimentos de empresas de telecomunicações. Representantes da Claro, TIM e Vivo explicaram o funcionamento do setor e as atividades inerentes à regulamentação dos serviços. O Sindicato dos Eletricitários também participou e deu detalhes sobre a precarização do trabalho nesta atual concessão.

Presidente da CPI da Regularização da Fiação, vereador Aurélio Nomura (PSD), chamou a atenção para a desorganização e falta de fiscalização dos cabos. “Existem 600 empresas com cabos aleatórios nos postes da cidade. Há um disparate, pois a legislação permite cinco cabos por poste e vários são vistos. Além disso, só metade delas tem contrato com a Enel, aí que eu questiono a evasão de recursos e falta de controle”.

O encontro definiu que os trabalhos do colegiado serão encerrados em dezembro deste ano. As atividades não podem ser prorrogadas até 2025 devido a composição de uma nova legislatura. Os integrantes da CPI votaram, então, pelo término da fase de instrução para o dia 5/12, sendo que a partir desta data há 15 dias regimentais para a elaboração, publicação e votação do relatório final. A reunião de apresentação e apreciação do documento está agendada para o dia 17/12 e a última reunião para 28/11.