Se o Grande ABC fosse uma única cidade, seria o segundo mais industrializado do Brasil, ficando apenas atrás da capital paulista. O estudo “Cidades Industriais Brasileiras: Emprego, renda e níveis de atividade no período de 2002 a 2022”, realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e Federação Estadual dos Metalúrgicos, lançado nesta quinta-feira (12), demonstra isso.
A região encerrou o ano de 2022 com quase 190 mil empregados, distribuídos por menos de 7.000 indústrias, o que corresponde a 23% do emprego formal na região.
“O trabalho mostra o movimento oposto de dois períodos distintos: um de grande expansão da atividade e do emprego industrial entre 2002 e 2012, e outro de retração expressiva até 2021, afetando a maioria das principais cidades industriais brasileiras”, afirmou o coordenador da Subseção do Dieese no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Luís Paulo Bresciani.
















