No domingo passado (8), Jay-Z teve seu nome formalmente associado ao de Sean “Diddy” Combs em um caso de violação. A queixa, que foi originalmente registrada em outubro de 2024, foi apresentada por uma mulher que alega ter sido abusada aos 13 anos pelo casal.
O delito teria acontecido na década de 2000, em uma comemoração após o MTV Video Music Awards (VMA). Segundo a People, o processo inicialmente mencionava apenas Diddy como réu, porém, uma mudança feita no último domingo incluiu Jay-Z na lista de investigados.
Jay-Z negou as acusações em suas páginas nas redes sociais e criticou o advogado da suposta vítima, Tony Buzbee: “Meu advogado foi vítima de uma tentativa de chantagem, conhecida como carta de demanda, do advogado Tony Buzbee. Ele pensou que a seriedade dos fatos me conduziria a um acordo. Isso gerou o efeito contrário: me motivou a tornar essa fraude pública. Esses argumentos são horrendos. Peço que seja instaurado um processo penal, não um civil. Aqueles que praticam crimes contra menores devem ser detidos.
“Minha única tristeza é pela minha família. Minha esposa e eu teremos que conversar com nossos filhos, que certamente ouvirão falar sobre isso na escola, para explicar a crueldade e a ganância dessas pessoas. Crianças não deveriam ter que lidar com isso tão cedo. Lamento pela perda de inocência e pela malícia destinada a destruir famílias”, lamentou o rapper.















