Crônica: Mamãe querida

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Por Gustavo Oliveira 

Quando se fala em mãe, associamos a aquela mulher que nos deu a luz. Bem, não é apenas isso, toda mãe faz muito mais do que nos dar a nossa vida. Tenho boas lembranças da minha mãe na minha infância. Eu e meu irmão, Rafael, sempre fomos crianças que se metiam em confusões. Ah! Como ela brigava comigo e com Rafael. Uma vez nós tivemos a brilhante ideia de jogar terra no apartamento da vizinha. Logo, ela reclamou do caso, e claro, apanhamos muito. Ainda hoje, sinto dor só de lembrar essa história.


O que eu mais gostava de fazer com a minha mãe na infância era compras. Adorava brincar com os carrinhos de supermercado, me sentia um piloto de fórmula 1, sempre fiquei responsável por ele. Tenho boas lembranças dessa época. Gostava quando íamos fazer compras no centro da cidade, no final delas, nós alugávamos alguns filmes, comprávamos a nossa marmita, e terminávamos assistindo algum filme.


Minha mãe gostava de ouvir músicas românticas, que só eu e ela gostávamos. Ela tentava me ensinar a cozinhar, não era uma tarefa muito fácil, mas nos divertíamos bastante. Desde criança gostei de escrever letras de músicas e compor no violão. Eu mostrava todas elas para a minha mãe, que escutava sempre que podia. Tinha vergonha de falar sobre meus sentimentos. Com o tempo passei a conversar com ela sobre as minhas primeiras paixonites da escola. Que renderam boas conversas.


Minha mãe não é apenas a mulher que me colocou no mundo. Ela é a minha melhor amiga, irmã e que eu sei que posso contar com a ajuda dela sempre que precisar. Em todos esses anos, eu agradeço por tudo que fez por mim. O amor materno é incomparável, a amizade dela é inigualável. Com ela aprendi não só bons modos, mas o respeito com as mulheres. A valorizar as pessoas que te amam. Respeite a sua mãe e aprenda com os conselhos dela. A todas as mães, um grande abraço. Feliz dia das mães.

Gustavo Oliveira