Gabriel Maranhão pode ficar inelegível caso os vereadores acatem a rejeição de contas pelo TCE 

Se a maioria dos vereadores seguir o TCE, Maranhão fica inelegível por oito anos

O TCE (Tribunal de Contas do Estado), rejeitou as contas do prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão do ano de 2014. O documento seguiu para Câmara Municipal e tem previsão para será analisado pelos vereadores até mai. Caso os vereadores acatem a decisão do TCE, Maranhão ficará inelegível por 8 anos, de acordo com a Lei da Ficha Limpa.

As contas do tucano foram rejeitam por irregularidades no  pagamento e no reajuste dos precatórios de 2014. Segundo Costa, Maranhão quitou parcialmente a dívida daquele ano, de janeiro a setembro, mas ficou devendo os três meses restantes que, no total, contabilizavam R$ 596.399,01.

A rejeição pelo TCE estão sendo analisada pelos treze parlamentares da Câmara Municipal, caso a maioria vote a favor da rejeição das contas do atual prefeito, Gabriel Maranhão ficará inelegível por oito anos e não poderá disputar eleição neste período.

Em conversas com alguns vereadores, a rejeição é tida como ‘improvável’, já que pelas contas dos parlamentares o prefeito terá apenas um voto contrário: do vereador Benedito Gonçalves (PT).

Ribeirão Pires

Em 2017  a  Câmara de Ribeirão Pires manteve a rejeição das contas do último ano de governo do ex-prefeito Clóvis Volpi (sem partido) e deixou o político inelegível por oito anos. Volpi Recebeu apenas oito votos ao seu favor, outros nove foram contrários ao ex-prefeito e seguiram recomendação do TCE (Tribunal de Contas do Estado), que reprovou a contabilidade do Paço do exercício de 2012.