Análise: 2020, o ano ‘chave’ para Kiko

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Por Samuel Boss

O prefeito de Ribeirão Pires, Kiko Teixeira (PSB) terá neste ano de 2020, decisões difíceis a tomar que acarretará no seu futuro político. O fantasma da instabilidade jurídica sobre dois processos já tramitados em segunda instância abre um leque de possibilidades sobre sua participação do pleito eleitoral da cidade.

Kiko tem um prazo até julho (mês das convenções partidárias) para tentar se livrar dos processos que hoje são ‘pedras em seu caminho’, caso contrário, o socialista tentaria a reeleição através de liminar outra vez?

Rodeado de pretensos candidatos como seu vice, Gabriel Roncon (PTB) que tem no seu currículo de realizações a retirada do Cavalo de Ferro do início da cidade para escondê-lo em frente a escadaria da Igreja do Pilar; além da desastrosa administração do último Festival do Chocolate que instalou uma Roda-Gigante sem as mínimas condições de segurança e um bar suspenso, o que acarretou na falta de alvará pelo Corpo de Bombeiros.

Diferente de Gabriel, Kiko é hábil, experiente e não se ilude com aplausos de comissionados nas redes sociais. Kiko tem planos.

O ex-prefeito, Luiz Carlos Grecco também está debaixo de sua asa, e pode ser acionado a qualquer momento.

Sua esposa, Flávia Dotto seria apenas uma cortina de fumaça, já que para uma disputa eleitoral, Kiko teria que renunciar seu mandato para que ela fosse candidata ao executivo. O que lhe sobra é a vereança.

Fora o xadrez eleitoral, existe a administração com sérios problemas: o Boulevard Gastronômico, única obra com assinatura de Kiko, mostra falhas graves no projeto e rejeição dos comerciantes.

Os bairros ainda carentes de intervenções de infraestrutura, os agentes de trânsito multando com liberdade colocam uma rejeição do governo acima de 50%, segundo pesquisas.

Kiko seria candidato numa condições dessas? Caso decida não ser, permaneceria na cidade?

2020 é o ano chave para o futuro político de Kiko. Observemos!