Prefeitura de Mauá se pronuncia sobre caso João de Mauá

Nosso site questionou a Prefeitura de Mauá sobre o caso do ex-assessor e agora ambulante que acusou a prefeita, Alaíde Damo (MDB) de perseguição política ao ter suas mercadorias retidas pela GCM. A Comunicação da prefeiturare respondeu nossos questionamentos e explicou o  o caso.

O senhor João Lopes estava vendendo coco irregularmente na rua Romano, 112, desde a semana passada. Os GCMs (Guarda Civil Metropolitano) orientaram a regularizar o comércio por meio de uma licença na Secretaria de Trabalho e Renda de Mauá e não recolheram a mercadoria. No entanto, nesta semana ele estava vendendo novamente os cocos e descartando-os na via, sendo que há um córrego próximo que desemboca no rio Tamanduateí, então, com este agravante, a mercadoria foi recolhida (foram sete cocos, uma caixa de isopor e uma mesa). Para gêneros alimentícios, o proprietário da mercadoria tem até 2 horas para reaver o produto por meio da documentação exigida, caso contrário, o produto é doado para o Lar do Menor ou outra entidade. 

O sr. João não teve o carro apreendido, como ele informou, e poderá pegar de volta a mesa e o isopor por meio de uma multa de 30 FMP (Fator Monetário Padrão), ou seja, R$ 129,30, tendo em vista que, até o momento, não foi aplicada nenhuma multa, mas o comerciante ambulante deve se submeter a legislação municipal