Pedidos de Impeachment: Contando com votos, PT de Mauá não cita os 22 vereadores em documento

A presidência da Câmara de Mauá recebeu dois pedidos de impeachment, 
uma ação foi protocolada pelo diretório do PT e outro por integrantes do partido Novo e membros do MBL (Movimento Brasil Livre). A expectativa de ambos é que as ações sejam avaliadas no plenário da Casa na sessão extraordinária da próxima quarta-feira (26).

A peça protocolada pelo Partido dos Trabalhadores faz uma cronologia dos fatos desde a Operação Prato Feito até os desdobramentos da Operação Trato Feito deflagrada no último dia 13, porém, a o pedido de impeachment isenta e não cita os 22 vereadores que foram acusados pela PF como participante do esquema.

Entretanto, na data de 13 de dezembro de 2018, a POLÍCIA FEDERAL deflagrou a operação TRATO FEITO, com mandados de busca e apreensão na CÂMARA MUNICIPAL DE MAUÁ, PREFEITURA DE MAUÁ, SAMA – SANEAMENTO BÁSICO DE MAUÁ, bem como em 9 (nove) empresas que possuem contratos com o Poder Executivo”, diz a peça protocolada pelo PT.

O PT indica os mandados de busca e apreensão na Câmara, Sama e nas empresas contratadas pela prefeitura, porém, extingue as buscas que ocorreram na mesma data na casa dos 22 parlamentares citados na Operação. A estratégia é não criar constrangimento com os parlamentares que terão de apreciar o novo pedido de impeachment do prefeito.

O recesso será paralisado na próxima quarta (26) para apreciação da licença de 30 dias do prefeito Atila Jacomussi- que se encontra detido em Tremembé- e o PT pretende que a peça seja analisada neste dia.