Mauá começa a vacinar profissionais de saúde da área privada

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Depois de priorizar a vacinação a profissionais da rede pública, a Prefeitura de Mauá inicia nesta quarta-feira (03/02) a imunização contra a Covid a trabalhadores que atuam na área privada em clínicas médicas, odontológicas e em laboratórios – trabalhadores de hospitais já receberam o imunizante.

A aplicação das doses ocorrerá nesta semana, entre quarta e sexta, das 8h às 17h, na sala de vacinação da Vigilância Epidemiológica e nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) Vila Magini e Vila Assis Brasil. Os locais foram escolhidos por serem próximos à região central da cidade, local de maior concentração destes estabelecimentos.

As vacinas serão oferecidas a profissionais da saúde, exclusivamente. A Secretaria de Saúde de Mauá solicita aos interessados que entrem em contato no número 4555-2444 para informações e agendamentos.

Os profissionais devem se atentar, porém, a alguns requisitos para receber a imunização. Além de morar em Mauá, precisam ter conselho de classe para comprovar ser trabalhador da saúde e apresentar holerite ou carteira de trabalho que confirme estar na ativa.

A previsão é que a cidade receba na quarta-feira remessa com 4.320 doses para seguir o Plano Municipal de Vacinação. Até esta segunda-feira (01/02), Mauá já havia vacinado 4.053 pessoas, sendo 3.886 profissionais da saúde, 155 idosos asilados e 12 agentes funerários. Deste total, em 3.868 casos foram usados o imunizante CononaVac/Butantan e em 185 a vacina da Oxford/AstraZeneca.

IDOSOS
A partir da próxima segunda-feira (08/02), a cidade começa a vacinar idosos maiores de 90 anos. A estimativa, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é que Mauá tenha atualmente cerca de 1.200 pessoas nesta faixa etária vivendo no município.

A orientação é que parentes ou responsáveis por idosos nesta faixa etária procurem a unidade de saúde mais próxima de casa e falem com a gerente ou responsável técnico para fornecer nome e endereço da pessoa com mais de 90 anos. A necessidade é apenas no caso dos bairros onde não há cobertura do programa saúde da família.