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Promotoria retira acusações de sequestro e incêndio contra P.Diddy.

O veredito de P. Diddy chegou à sua fase final nesta semana, no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. O rapper escolheu não depor em sua defesa, e sua equipe decidiu não convocar testemunhas. Assim, o caso avança para os argumentos finais com uma alteração nas acusações feita pela promotoria, em conformidade com a orientação do juiz para tornar as instruções ao júri mais simples.

De acordo com o site TMZ, os promotores comunicaram ao juiz Arun Subramanian, por meio de uma carta oficial, que não irão mais adicionar às instruções ao júri as acusações de tentativa de sequestro, tentativa de incêndio criminoso e auxílio em tráfico sexual. De acordo com o documento, o objetivo é tornar as acusações mais claras e facilitar a análise dos jurados.

A decisão afeta casos como o alegado sequestro da ex-funcionária Capricorn Clark, que foi levada a um edifício para passar por um detector de mentiras, e da cantora Cassie, que supostamente foi mantida em um hotel de luxo em Los Angeles.

Também é descartado o caso em que Diddy teria ordenado o incêndio do carro de Kid Cudi por ciúmes. De acordo com a promotoria, não foi possível comprovar uma conexão direta do réu com o incêndio.

Essas acusações estavam ligadas ao caso de associação criminosa. A promotoria ainda possui outras acusações de tráfico sexual, porém sem a agravante de “auxílio e facilitação” desses delitos. Também solicita que o magistrado instrua o júri a não levar em conta o consentimento prévio das vítimas como algo definitivo.

Os promotores também afirmam que o recebimento de dinheiro por uma das vítimas não exclui a caracterização de trabalho forçado, um elemento que compõe as acusações de tráfico humano. Ademais, desejam que o júri compreenda que não é imprescindível a presença de violência física ou a realização de uma transação comercial para evidenciar coerção.