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Após empate, torcedores do Santos entraram em confronto com a polícia.

A igualdade em 1 a 1 entre Santos e CRB na Copa do Brasil resultou em um conflito entre torcedores do Santos e agentes da lei nas imediações da Vila Belmiro, na noite de quinta-feira (1o). A saída do estádio foi caracterizada por explosões, tumulto e uso de gás lacrimogêneo para dispersar vários grupos de fãs.

Nas redes sociais, torcedores do Santos compartilharam vídeos onde mostram vários torcedores se queixando dos impactos do gás lacrimogêneo, inclusive em crianças. Segundo a ESPN, uma das portas de vidro do estádio se partiu ao tentarem transitar do setor das torcidas organizadas para as cadeiras reservadas. O gás lacrimogêneo teria aprisionado jornalistas em cabines de transmissão.

Na sala de imprensa, os jornalistas foram surpreendidos por torcedores que tentaram invadir o local onde ocorrem as entrevistas coletivas da equipe. Segundo o site GE, um deles tentou quebrar a porta de vidro que dava acesso à sala.

O ambiente tenso começou antes mesmo da bola rolar na Vila Belmiro. O Santos esteve perto de sofrer um revés nos minutos finais do segundo tempo, quando o CRB dispôs de uma cobrança de pênalti favorável. Gabriel Brazão, o goleiro, fez a defesa e proporcionou alívio ao time. No entanto, a torcida não deixou de se manifestar, gritando “time sem vergonha”.

O presidente Marcelo Teixeira, ao deixar as tribunas do estádio, evitou os jornalistas e não deu uma entrevista coletiva. Depois do jogo, o dirigente também foi hostilizado pelo público, que bradou “Ei, Teixeira, vai tomar no **”.